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Anualmente dois milhões de mulheres morrem devido ao consumo de tabaco. Para a indústria tabaqueira as mulheres têm sido um alvo habitual das suas campanhas desde há muitos anos – facto que ainda persiste, inclusivamente com os novos produtos de tabaco – com conceitos como liberdade, emancipação, beleza e prestígio associados ao consumo destes produtos.

No âmbito do Dia Internacional da Mulher, a GGTC - Global Center for Good Governance in Tobacco Control elaborou uma fact sheet sobre a relação da indústria tabaqueira com as mulheres. O apoio a iniciativas que visam promover a igualdade de género ao mesmo tempo que ignoram os milhões de mulheres prejudicadas pelos seus produtos é um dos factos salientado. Também o uso de mão de obra barata na produção do tabaco, com metade dos trabalhadores do sexo feminino, ao mesmo tempo que dizem promover a igualdade de género nas práticas laborais, é uma incoerência apontada.

Soma-se ainda a isto o facto de que, ao longo dos anos, a indústria tabaqueira tem conseguido evitar o pagamento de compensações às mulheres vítimas do consumo dos seus produtos, dinheiro que é investido pelas empresas em mais campanhas de marketing colocando em perigo um número ainda maior de mulheres – recentemente, a British American Tobacco investiu perto de 1 bilhão de libras para promover os seus produtos na rede social Tik Tok, onde 60% dos utilizadores são mulheres.

São várias as incoerências e informações enganadoras transmitidas por esta indústria, concretamente no que diz respeito às mulheres. A epidemia do tabaco é uma importante ameaça à saúde feminina e, por esse motivo, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia continua empenhada no esclarecimento da população relativamente aos malefícios do consumo destes produtos e à informação enganadora transmitida por esta indústria – como, recentemente, fizeram vir a público informação imprecisa e sem fundamento sobre os eventuais efeitos protetores da nicotina na COVID-19.

Consulte AQUI o documento da GGTC.

 

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