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38º CONGRESSO DE PNEUMOLOGIA

Numa altura em que a variante Ómicron do vírus SARS-CoV-2 domina em Portugal, levando a um novo pico de incidência da COVID-19, a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP) está preocupada com os dias de paragem do processo de vacinação e os grandes aglomerados de pessoas que se têm formado em centros de testagem e de vacinação.

A situação atual exige um esforço na administração da 3.ª dose da vacina, nomeadamente a todos aqueles que estão em maior risco, dado o aumento significativo na proteção da infeção e nomeadamente da doença grave associada a este reforço, o que ainda é mais relevante na presença da variante Ómicron.

Por outro lado, os longos períodos de espera para a vacinação, nomeadamente na modalidade porta aberta, e a necessidade de teste negativo para os festejos de final de ano, têm gerado grandes aglomerados de pessoas, situação que, no parecer da SPP, é exatamente oposta às recomendações da Direção geral da Saúde.

“Se é recomendado o teletrabalho para evitar contactos no espaço laboral, se é prolongado o período de férias letivas, para atrasar o regresso das crianças à escola, e se é sugerida a limitação do número de pessoas nos festejos de Natal e Passagem de Ano, então não podem ser aceitáveis as longas filas e os longos períodos de espera à porta dos centros de testagem e de vacinação”, defende o Prof. Doutor António Morais.

Segundo o presidente da SPP, “é urgente a criação de condições para o cumprimento das recomendações da DGS. Havendo um apelo à vacinação e à testagem da população, tem de haver a garantia de que estes procedimentos decorrem em segurança”.

Esta situação não é homogénea em todo o país, uma vez que há casos em que a fluidez da vacinação e testagem é bastante eficaz, contudo, há situações em que a espera pode representar risco de contágio ou de desistência da administração da vacina.

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