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“O percurso musical causou-me maior inquietação do que a Pneumologia”

Numa sessão inaugural marcada por uma revisão das atividades desenvolvidas pela SPP ao longo deste ano e pelos ajustes e adaptações necessários nos modelos formativos para fazer face à pandemia, o Prof. António Morais voltou a lembrar que, para responder aos tempos de crise, é preciso atuar e reforçar as iniciativas da Sociedade. “Depois da transmissão do primeiro Webinar, a 12 de março, numa altura em que se discutia o eventual fecho das escolas, percebemos, através do retorno que tivemos em termos de visualizações, partilhas e comentários, que seria este o caminho”. Desde então, mais de 30 sessões de esclarecimento online, cinco escolas da Pneumologia, dois Fóruns das Comissões de Trabalho, cursos de e-learning e sessões de Hot Topics foram desenvolvidos.

A atividade da SPP que fez com que a Sociedade ganhasse relevo na opinião pública e credibilidade por parte dos órgãos de comunicação foi, nesta sessão de abertura do 36.º Congresso de Pneumologia, reconhecida pela Dr.ª Elizabete Nunes. Para a presidente da Sociedade Moçambicana de Pneumologia, os laços que têm vindo a ser estreitados são proveitosos para ambas as partes, assim como a partilha de conhecimentos entre dois países unidos pela história.

O momento alto desta sessão chegou com a entrega da Medalha de Ouro da SPP ao Dr. Rui Pato. Coube ao Prof. Filipe Froes apresentar o discurso de homenagem ao médico e músico que marcou a sua geração, não só no âmbito clínico, como na vertente artística.

Nascido a 4 de junho de 1946, Rui de Melo Rocha Pato, cresceu em Coimbra e desde cedo manifestou os seus dotes para a guitarra clássica.

Filho de pai jornalista-fotógrafo, cronista e ativista social -. Albano da Rocha Pato – o Dr. Rui Pato cruzou-se aos 16 anos, nos anos 60, com o cantor Zeca Afonso, na tertúlia a Brasileira.

“Como eu tocava viola e o meu pai o lembrou, foram todos para minha casa para o Zeca mostrar as suas primeiras canções. E foi então que eu ouvi pela primeira vez as coisas novas do Zeca, que fui acompanhando à viola de uma maneira de que ele gostou. E pronto, nasceu ali a ideia de passar a acompanhar o Zeca Afonso, o que aconteceu logo até num primeiro disco, que também foi sugerido na altura”, contou Rui Pato ao Diário as Beiras, numa entrevista de 2009.

Desde então que passou a acompanhar à guitarra o músico da revolução de abril, até ser impedido pela PIDE de ir estudar para Londres, em 1970. É por isso que afirma que “o percurso musical me causou maior inquietação do que a Medicina”.

Formou-se em Medicina em 1972 pela Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e concluiu o internato de Pneumologia em 1979 e em 1980 começou a trabalhar no Centro Hospitalar de Coimbra, onde chegou a ser presidente do conselho diretivo.

Atualmente aposentado, o Dr. Rui Pato voltou a ter mais tempo para se dedicar à música e a participar em espetáculos, na região de Coimbra.

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