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Foi a 17 de janeiro de 1974, em contexto de pré-revolução e num clima de grande agitação social, cultural, económica, académica e militar, que nasceu a Sociedade Portuguesa de Pneumologia (na altura designada como Sociedade Portuguesa de Patologia Respiratória). 50 anos depois, a SPP vai assinalar esta data com a realização de um jantar que pretende reconhecer o trabalho dos pneumologistas e celebrar meio século de promoção de formação contínua e atualização científica dos profissionais de saúde em torno da patologia respiratória e, em simultâneo, de contribuição para o aumento da literacia em saúde dos portugueses.

Para o Prof. Doutor António Morais, presidente da SPP, “esta data é uma oportunidade para homenagearmos todos os que nos antecederam e recordarmos o extraordinário trabalho realizado e o compromisso permanente com a saúde respiratória do povo português. No entanto, apenas se desbravarmos novos horizontes e se aprofundarmos o conhecimento e a divulgação da saúde respiratória é que esta homenagem será digna do legado deixado”.  

O Prof. Doutor Thomé Villar, na altura médico no Hospital de Santa Maria e uma das figuras mais marcantes da Pneumologia moderna em Portugal, foi o fundador da SPP, em 1974, tornando-se o seu primeiro presidente. Pretendia-se que nesta sociedade se revissem todos aqueles que se interessavam pelo estudo, pelo tratamento e pela erradicação das doenças do aparelho respiratório inferior.

Na altura, foram 37 os elementos que constituíram o núcleo de sócios fundadores da SPP que, ao dia de hoje, conta com um total de 1146 sócios. Tratando-se de uma sociedade científica dedicada às doenças pulmonares, a grande maioria dos sócios são, desde o início, pneumologistas, porém, os especialistas em Medicina Geral e Familiar, em Medicina Interna, em Imunoalergologia, em Pediatria, em Cirurgia Torácica, Radiologia, Infeciologia, Anestesia e noutras especialidades foram ganhando representatividade dentro do corpo de associados. Profissionais de saúde não médicos podem também agora ser sócios ativos e, inclusivamente, criar os seus próprios grupos de trabalho (existindo, atualmente, os núcleos de Fisioterapeutas Respiratórios, Cardiopneumologistas e de Enfermeiros).

O período da pandemia por COVID-19 foi exemplo do empenho da Sociedade Portuguesa de Pneumologia no cumprimento destas suas principais funções. Através de webinars, de sessões clínicas online e da emissão de documentos com diretrizes e recomendações sobre diversos procedimentos técnicos, a SPP conseguiu manter atualizados os profissionais e saúde sobre uma doença que era desconhecida para todos. Ao mesmo tempo, através da forte presença em meios de comunicação social e das redes sociais, a SPP divulgava, para a população, campanhas de apelo à prevenção, vacinação e cumprimento das regras de saúde pública então implementadas.

Ao longo destes 50 anos foi também incentivado pela SPP um contacto próximo com a população portuguesa promovendo a literacia em Saúde através de campanhas de sensibilização dirigidas à sociedade civil. Tem também assumido um papel interventivo na tomada de decisões políticas relacionadas com a Medicina Respiratória e é a principal fonte de formação contínua e de atualização dos profissionais de saúde que se dedicam à patologia respiratória. É também por todas estas áreas que passa o futuro da SPP.

 

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