Para assinalar o Dia Mundial da Asma, a Comissão de Trabalho de Alergologia Respiratória da Sociedade Portuguesa de Pneumologia organizou, ontem, na sede da SPP, uma reunião dirigida a doentes com asma grave.

O debate entre profissionais de saúde que se dedicam a esta área e doentes que sofrem de asma grave foi verdadeiramente produtivo, nomeadamente no que respeita à identificação de limitações e obstáculos que condicionam o desejado controlo da doença.

Cerca de 700.000 portugueses sofrem de asma, 5% quais apresentam formas graves da doença. As dificuldades e desigualdades do acesso a terapêuticas mais inovadoras e os constrangimentos ainda existentes na referenciação dos doentes para consultas hospitalares diferenciadas foram os principais tópicos abordados.

A reunião contou com a presença do coordenador e secretário da Comissão de Trabalho de Alergologia Respiratória da SPP, Dr. José Coutinho Costa e Dr. António Fernandes, respetivamente, do presidente da SPP, Prof. Jorge Ferreira, do Dr. Ricardo Lima, em representação do Colégio de Pneumologia da Ordem dos Médicos, e de Ana Gonçalves, presidente da Associação de Asma Grave (AAG).

Deste debate nasceu a vontade de colaboração futura entre a SPP e a AAG.

No encerramento da sessão, o Dr. José Coutinho Costa e o Dr. António Fernandes, responsáveis pela Comissão de Trabalho de Alergologia Respiratória da SPP, explicaram a importância de centrar o debate na forma grave da doença. Deixaram ainda uma mensagem de alerta, dirigida tanto a doentes como profissionais de saúde: a asma é uma doença controlável e o seu controlo é essencial para garantir uma melhor qualidade de vida.

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Também no âmbito desta sessão o Prof. Jorge Ferreira, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, reforça a importância de melhorar o acesso aos cuidados diferenciados e às terapêuticas inovadoras, promovendo uma abordagem mais eficaz e centrada no doente.

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Já Ana Gonçalves destacou o papel fundamental da colaboração entre associações de doentes e sociedades científicas na redução das desigualdades no acesso aos cuidados de saúde e na melhoria da qualidade de vida de quem vive com asma grave.

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Por sua vez, o Dr. Ricardo Lima sublinhou os desafios que ainda persistem no diagnóstico, acompanhamento e acesso aos cuidados especializados para pessoas com asma grave, reforçando a necessidade de uma referenciação atempada e adequada para consultas diferenciadas.

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