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                                                                      25 de setembro | Dia Mundial do Pulmão

“Acesso à prevenção e tratamento para todos. Não deixar ninguém para trás” – é este o mote instituído pelo Forum of International Respiratory Societies (FIRS) para o Dia Mundial do Pulmão, data que se assinala anualmente a 25 de setembro, e à qual a Sociedade Portuguesa de Pneumologia se associa.

São três as áreas essenciais, identificadas pela FIRS, para combater as desigualdades nas doenças respiratórias: melhorar o acesso à prevenção e aos tratamentos de cessação tabágica, alargar o acesso a dispositivos e tratamentos inalatórios e aumentar o acesso às vacinas contra a pneumonia nas crianças. De acordo com esta entidade, “para reduzir o peso global das doenças respiratórias é crucial agir nestas três áreas”, focando especialmente nas desigualdades existentes nos países de baixo e médio rendimento.

O tabaco é a principal causa de doenças respiratórias, tais como a DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica), cancro de pulmão e outras infeções respiratórias, pelo que é fundamental a existência acessível de intervenções educacionais, de aconselhamento e farmacológicas para a cessação tabágica. Também no tratamento de doenças como a asma ou DPOC é essencial o acesso mais alargado às terapêuticas, existindo países onde estes são inacessíveis. O terceiro aspeto diz respeito ao acesso por todas as crianças a medidas preventivas da pneumonia – a principal causa de morte por infeção nas crianças.

Para o Prof. Doutor António Morais, presidente da SPP, “existem numerosas a e diversificadas doenças respiratórias que ultimamente têm tido uma grande inovação terapêutica, sendo, provavelmente, a Pneumologia uma das áreas com maior inovação na Medicina. Tem havido um avanço nas doenças que tinham um mau prognóstico e que, ultimamente, têm sido beneficiadas com a inovação terapêutica – o que tem permitido um aumento da qualidade de vida e da sobrevida. No entanto, efetivamente, essa inovação é cara e há alguma desigualdade no acesso. Não há dúvidas de que devemos trabalhar em mecanismos que evitem essa situação de desigualdade”.

O médico pneumologista acrescenta ainda que, em termos de prevenção, enquanto sociedade científica, “a SPP promove, há muito, diversas ações de sensibilização para as doenças respiratórias. É fundamental todos estarmos conscientes do peso que estas doenças assumem na mortalidade, quer a nível nacional quer a nível mundial, e reconhecermos o papel que algumas medidas assumem na prevenção das doenças pulmonares, entre as quais se destaca a cessação tabágica. É preciso que a população, mas também os decisores atribuam a devida importância à saúde respiratória tornando-a uma prioridade”.

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