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Foi com uma mensagem de agradecimento a todos os corpos sociais, comissões de trabalho e elementos da SPP que, ao longo destes últimos três anos, demonstraram empenho, dedicação e desenvolveram da melhor forma todas as atividades a que se propuseram que o Prof. Doutor António Morais iniciou a sessão. “Todos tivemos que nos adaptar a uma nova realidade, mas, felizmente, a nossa formação manteve-se sempre ativa graças ao empenho de todos”, afirmou o presidente da SPP, estendendo este agradecimento a todos os pneumologistas e todos os médicos que participaram numa das maiores exigências de saúde que se verificou nos últimos tempos. E sublinhou: “Apesar da pandemia conseguimos cumprir o objetivo a que nos propusemos há três anos, quando nos candidatámos: um aumento da formação que se traduziu, por exemplo, na realização de escolas virtuais, e-learnings e hot topics e uma maior aproximação aos meios de comunicação como forma de promover a educação para a saúde dos portugueses, missão da qual não nos podemos afastar”

Em seguida, a Dr.ª Elizabete Nunes aproveitou para realçar a importância da atualização de conhecimentos sobre patologias respiratórias. “Para os nosso colegas, jovens pneumologistas, este congresso é uma oportunidade de partilha de experiências e perspetivas para o futuro”. A especialista comentou também “o papel fundamental desta aproximação com a SPP”, para acelerar e melhorar a formação médica em Moçambique. Além da componente científica, a Dr.ª Elizabete Nunes destacou também o aspeto social e humano promovido por este Congresso, permitindo assim “um caminho aberto para o futuro, para novas atividades e novas ações”.

Por sua vez, o Prof. Doutor Marc Humbert ressalvou o papel dos profissionais de saúde na área respiratória no combate à pandemia. “Todos nós estivemos na primeira linha e sofremos um grande impacto na nossa vida pessoal, porque, por um lado, nos isolámos socialmente e, por outro, muitos de nós ficaram sob os holofotes da comunicação social, que nos procurava para falar sobre esta patologia.” Depois de fazer uma overview sobre a ERS e destacar a readaptação que esta sociedade científica teve de realizar, inclusive ao recorrer ao formato digital para reuniões e congressos, sublinhou que para a ERS “continuar a promover a saúde respiratória é o principal desafio pós-pandemia”. Ao marcar presença nesta sessão de abertura, o Dr. António Lacerda Sales, secretário de Estado Adjunto e da Saúde, sublinhou que “apesar de pandemia ter condicionado o diagnóstico de doenças como a DPOC, na área respiratória conseguimos assegurar a generalidade dos doentes crónicos, muitas vezes com recurso a teleconsultas, o que nos permitiu assegurar a prescrição da medicação”.Num discurso emotivo, salientou que “a Pneumologia foi das especialidades mais envolvidas no diagnóstico de doentes COVID”, ressalvando que “os pneumologistas não hesitaram, não se deixaram levar pelo medo”. “Estamos eternamente gratos pela vossa capacidade de adaptação, competência, dedicação, empenho e resistência. E rematou: “O nosso SNS mostrou uma enorme resistência.”

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